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Mostrando postagens de Maio, 2021

Isaías 53 / Glorificar Cristo, Edificar a Igreja - Projeto Sola

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Isaías 53 Ele não tinha qualquer beleza, ou majestade pra nos atrair Nada havia em sua aparência, para o desejarmos Mas rejeitado dentre os homens, ainda assim carregou nossas dores O seu castigo nos traz paz e a esperança não se esvai A oferta pela culpa Ele ofereceu Pra satisfazer o criador Ele morreu Pra que a sua luz em nós pudesse brilhar O filho do amor se entregou em nosso lugar Mas rejeitado dentre os homens, ainda assim carregou nossas dores O seu castigo nos traz paz e a esperança não se esvai A oferta pela culpa Ele ofereceu Pra satisfazer o criador Ele morreu Pra que a sua luz em nós pudesse brilhar O filho do amor se entregou em nosso lugar És o cordeiro, que pelos nossos pecados foi esmagado Sem dizer uma só palavra, se entregou aos cravos Derramou sua vida até a morte provando a ira amarga Pra nos dar sua doce graça e nos fazer viver

REFLEXÃO DA SEMANA

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DE QUEM É O MÉRITO? Os que pertencem a Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e os seus desejos.  Gálatas 5.24 É muito vantajoso para os cristãos estar cientes de suas tendências corruptas decorrentes da sua natureza pecaminosa. Essa atenção os guarda de se tornarem cheios de orgulho por meio da ilusão inútil e ímpia de tentarem se tornar justos pelas obras, como se isso os tornasse aceitáveis para Deus. Inchados por essa ilusão, os monges acreditavam que eram santos por causa das obras escolhidas por eles próprios que vendiam a retidão e a santidade deles aos outros. Em seus próprios corações, contudo, eles estavam convencidos de que eram impuros. Confiar em nossa própria justiça e nos imaginar puros são comportamentos muito prejudiciais. Mas, se estivermos cientes da pecaminosidade presente em nossos corações, não confiaremos na nossa própria justiça. Essa compreensão nos humilha de tal forma que nos desprendemos do nosso orgulho e paramos de confiar nas nossas própri

Maravilhosa Graça / Geraldo Guimarães

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O que seria do mundo sem a graça comum?  O que seria dos eleitos sem a graça especial? 

REFLEXÃO DA SEMANA

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MARAVILHOSA GRAÇA  Para que, assim como o pecado reinou na morte, também a graça reinasse pela justiça para a vida eterna, por Jesus Cristo nosso Senhor (Rm 5.21) Quem trouxe a graça de Deus para você foi Jesus Cristo: “A graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo” (Jo 1.17). Aliás, ele “habitou entre nós cheio de graça e de verdade” (Jo 1.14). Note bem a expressão usada por João no prólogo de seu Evangelho: “cheio de graça”. Ora, a graça é, na verdade, a maior de todas as bênçãos de Deus. Existe a graça comum e a graça especial. A graça comum alcança a humanidade inteira e se refere ao cuidado de Deus em sustentar a ordem da criação. A graça especial alcança apenas aqueles que Deus elege para a vida eterna, mediante a fé pessoal em Jesus Cristo.  É esta graça especial que veio por meio de Jesus. A ela se deve a totalidade da salvação: redenção, santificação e glorificação. A graça especial inclui a chamada irresistível, a geração da fé e do arrependimento, o perdão

Liberdade / Nívea Soares

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Onde o Espírito de Deus está somos livres. "E conhecereis a verdade , e a  verdade vos libertará"  (  João 8:32)

REFLEXÃO DA SEMANA

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  A LIBERDADE VERDADEIRA  E o Senhor Deus ordenou ao homem: “Coma livremente de qualquer árvore do jardim, mas não coma da árvore do conhecimento do bem e do mal, porque no dia em que dela comer, certamente você morrerá” -  Gênesis 2.16-17. Deus deu a Adão duas instruções simples e diretas — uma positiva e outra negativa. A primeira foi uma permissão liberal (ele poderia comer livremente de qualquer árvore do jardim). A segunda foi uma simples proibição (ele não deveria comer da árvore do conhecimento do bem e do mal, que ficava no meio do jardim). A permissão liberal concedeu ao homem livre acesso à rica variedade de árvores do jardim. Elas eram tanto “agradáveis aos olhos” quanto “boas para alimento” (v. 9), oferecendo assim a Adão e Eva satisfação estética e física. A generosa provisão de Deus incluía também o acesso à “árvore da vida”, símbolo da comunhão contínua com Deus, que é a vida eterna (cf. Jo 17.3), vislumbrada na declaração posterior de que o próprio Deus andava com eles

Marquinhos Gomes - Quarto Secreto

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A Oração é o recurso, a ferramenta mais eficaz que possuímos. É no deserto que constatamos o quanto isso é verdadeiro. Por isso o próprio Espírito nos orienta a orar sem cessar. O Espírito sabe o que diz. Tenha sempre um local secreto para o exercício da oração.  Quero aproveitar a oportunidade e pedir a Deus em favor de todas as mães neste dia. Que o Senhor as cubra com as  mais ricas bençãos. Que os filhos também se alegrem com suas mães, principalmente as que se encontram internadas nos hospitais. Que Deus renove suas forças e restaure a saúde. Em nome de Jesus.  Amém!

REFLEXÃO DA SEMANA

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  A DIFICIL ARTE DE ANDAR EM RETIDÃO  Decido fazer o bem, mas de fato não o faço. Decido não fazer o mal, mas acabo fazendo, de um modo ou de outro. Minhas decisões não resultam em ações. Algo está muito errado no meu interior e sempre tira o melhor de mim. (Rm 7.19-20) Viver em retidão não é comum nem fácil. Primeiro , porque a natureza do homem está corrompida: “Deus fez o homem reto, mas ele se meteu em muitas astúcias” (Ec 7.29). O pecado se associa ao homem ainda no ventre materno: “Eu nasci na iniquidade e em pecado me concebeu minha mãe” (Sl 51.5). A propensão pecaminosa é alguma coisa orgânica. Segundo , porque o meio é adverso e hostil à retidão: “O mundo inteiro jaz no maligno” (1Jo 5.19). A influência do meio é quase ditatorial e muitas vezes assimilada inconscientemente. Terceiro , porque a nossa luta é “contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes” (Ef 6.12). Em última a

ESPÍRITO, ENCHE A MINHA VIDA

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  Sem a presença do Espírito Santo em nossa vida nos encontramos totalmente vazios. Que o  Espírito de Deus preencha cada espaço da sua vida durante esta semana. 

NOSSO SOFRIMENTO E O SOFRIMENTO DOS OUTROS

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  Uma das maiores tentações do sofrimento é ignorar o sofrimento alheio. O sofredor só se lembra do seu sofrimento e não do sofrimento dos outros. Essa atitude agrava e prolonga a dor. Tanto por causa da fixação demasiada de seus problemas pessoais como por causa do pecado da ausência de simpatia pela dor dos demais. No Salmo 25, o salmista menciona sua angústia, sua aflição, sua tribulação, seu sofrimento, seus pecados e seus inimigos (vv. 17-19). Ainda bem que, no último versículo, ele se lembra dos outros e ora: “Ó Deus, liberta Israel de todas as suas aflições” (v. 22). As aflições não eram só dele, mas também de todo o Israel. A lembrança do sofrimento alheio, além de ser uma exigência do Evangelho, distrai o sofredor de seus sofrimentos. O autor da Epístola aos Hebreus ensina que essa lembrança precisa ser autêntica: “Lembrem-se dos que estão na prisão, como se aprisionados com eles” (Hb 13.3). Está registrada no último capítulo do livro de Jó esta preciosa informação: “Depois de