sábado, 12 de janeiro de 2019

EXPOSIÇÃO EM ATOS DOS APÓSTOLOS 27




TEMA: A CAMINHO DE ROMA

Todos os caminhos levavam a Roma, porém o meio pelo qual Paulo teve acesso à capital do império destoou das viagens comuns. Na condição de prisioneiro, o apóstolo dos gentios seguiu de navio e enfrentou tempestades e naufrágio. Ainda assim manteve-se firme na fé.

DESTAQUES:

1. De Cesareia a Creta
2. A tempestade no mar
3. As três intervenções de Paulo
4. O naufrágio em Malta

Você e sua família são nossos convidados.

Neste domingo, às 9 horas.

sábado, 5 de janeiro de 2019

AZUL OU ROSA: O DILEMA DA LACROSFERA




por Delmo Fonseca |


Se você desembarcou agora do “bonde da história” e se deparou com uma acalorada discussão em torno da questão “menino veste azul e menina veste rosa”, como parte de uma discussão mais ampla sobre “identidade de gênero”, caberá a pergunta: que diabo é isso? A indagação é pertinente, pois este embate é apenas mais traço da guerra cultural que está sendo travada entre conservadores e “lacradores”. 

 Estes, por sua vez, formam o contingente da “lacrosfera”, uma bolha ideológica cuja finalidade é rechaçar a tradição, chocar, surpreender e escandalizar. A “lacração é, então, um novo modo de ser e estar no mundo. Por outro lado, nas palavras de Michael Oakeshot[i], “ser conservador é preferir o familiar ao desconhecido, preferir o tentado ao não tentado, o fato ao mistério, o real ao possível, o limitado ao ilimitado, o próximo ao distante, o suficiente ao superabundante, o conveniente ao perfeito, a felicidade presente à utópica”.

 Em síntese, os ideólogos de plantão buscam a todo custo resistir, subverter a cultura e perverter a ordem natural das coisas. A politização da questão de gênero é um exemplo desta “resistência”. Tais ideólogos preconizam que ninguém nasce homem ou mulher, mas que cada indivíduo deve construir, reinventar sua própria identidade, independentemente do que a biologia determine. E mais, uma pessoa não pode ser identificada como homem só por ter um órgão sexual masculino ou mulher só por ter um órgão sexual feminino, pois esta “imposição” limita a possibilidade de outras expressões de gênero, como a liberdade de ser mulher hoje e se tornar homem amanhã ou vice-versa, inclusive com a opção de mudar a configuração do órgão sexual.  

Nessa guerra cultural muitos cristãos, lamentavelmente, estão lutando do lado errado, pois assimilam a cosmovisão da mídia “lacradora”, empresas, partidos socialistas, intelectuais de esquerda e ativistas feministas e homossexuais, em vez de se alinharam à cosmovisão cristã, cuja defesa da família natural remete ao Criador: “E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou” (Gn 1.17). 

Em última análise, a cultura anticristã busca o apagamento do que resta dos traços de Deus no ser humano. Nesse sentido, ser um conservador implica em preservar, a despeito da queda, a noção de que o Criador nos deu a graça de sabermos que em Cristo fomos regenerados para glorificá-lo na condição de homens e mulheres, quer vestindo azul, quer vestindo rosa.  

Soli Deo Gloria!




[i] Nota:
Michale Oakeshott nasceu em Chelsfield, pequeno distrito da grande Londres em 11 de dezembro de 1901. Após se graduar em história pela universidade de Cambridge, o filósofo e teórico político decide se alistar no exército britânico a fim de lutar contra os nazistas. Após a segunda grande guerra, Oakeshott retorna à vida acadêmica em Cambridge, posteriormente lecionando em Oxford e finalmente se aposentando na London School of Economics. Seguiu escrevendo até o ano de 1990, quando morreu aos 89 anos. 


EXPOSIÇÃO EM ATOS DOS APÓSTOLOS 26.24-32

TEMA: A "LOUCURA" DE PAULO
O testemunho de Paulo perante Agripa soou como uma conversa de “doido” para o governador Festo, que não conhecia a tradição judaica.
O apóstolo discorreu sobre as promessas de Deus anunciadas por seus profetas, além de demonstrar como essas promessas se cumpriram em Cristo.
Você e sua família são nossos convidados.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019