sábado, 27 de outubro de 2018

CEIA DO SENHOR - OUTUBRO


No próximo domingo, dia 27 de outubro às 9h, com a permissão de Deus, celebraremos mais uma vez a Ceia do Senhor. Este sacramento, que é um meio de graça, é também um banquete da graça. Somos convidados a olharmos para trás (anunciamos a morte do Senhor); a olharmos para frente (até que ele venha); a olharmos para dentro de nós (autoexame).

A fim de participar deste banquete devemos refletir: “Eu conheço o dono da festa, eu estou em condições de participar desta festa?”  A comunhão nos indica que somos um só corpo, um só rebanho, uma só família, uma só igreja. É preciso que todos saibam disso e participem com discernimento.

EXPOSIÇÃO EM ATOS DOS APÓSTOLOS 21.18-36



TEMA: A PRISÃO DE PAULO EM JERUSALÉM

Na segunda parte do cap. 21 Lucas narra o seguinte fato: ao chegar em Jerusalém, a cerreira de Paulo mudou de forma abrupta. Ele foi atacado, capturado, preso e julgado. Qual a razão?

Você e sua família são nossos convidados.

sábado, 20 de outubro de 2018

EXPOSIÇÃO EM ATOS DOS APÓSTOLOS - 21.1-17


TEMA: COMO DISCERNIR A VONTADE DE DEUS?

Na 1ª parte do cap. 21 Lucas narra a viagem de Paulo de Mileto a Jerusalém. Ele enfatiza o alerta dos crentes de Tiro e Cesareia para que Paulo não voltasse a essa cidade. Mesmo diante do apelo de seus amigos, Paulo estava convencido pelo Espírito de que deveria seguir viagem. 
Como discernir a vontade de Deus?

Você e sua família são nossos convidados.

sábado, 13 de outubro de 2018

EXPOSIÇÃO EM ATOS DOS APÓSTOLOS - ATOS 20.17-38


TEMA: MENSAGEM AOS PRESBÍTEROS DE ÉFESO

“Mas em nada tenho a minha vida por preciosa, contanto que cumpra com alegria minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do Evangelho da graça de Deus”. Atos 20: 24.

A mensagem aos presbíteros de Éfeso é o terceiro discurso de Paulo em Atos. O primeiro foi dirigido aos judeus (cap. 13) e, o segundo, aos gentios (cap. 17). O objetivo do apóstolo era aconselhá-los a seguir seu exemplo.

Você e sua família são nossos convidados.

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

O MANTRA DOS PAPAGAIOS

por Delmo Fonseca|
 
‘Nunca antes na história deste país’ os apedeutas se mostraram tão arrogantes. O uso indiscriminado da palavra fascista por aqueles que sequer sabem o que é fascismo, gera a ilusão de que estão do lado do “bem”, enquanto o outro propaga o discurso do “ódio”.  Quem reage aos ideais totalitários da esquerda é fascista; quem usa as cores da bandeira do seu país é fascista; quem combate a ideologia de gênero é fascista; quem defende os valores da família é fascista; quem defende a autoridade dos pais é fascista; quem assume sua identidade de cristão é fascista; quem se opõe ao retorno dos quadrilheiros ao comando da nação é fascista; quem defende o liberalismo econômico também é fascista. Em outras palavras, aquele que não reza na cartilha do “politicamente correto” reforça a fila dos fascistas. Eis a constatação: pouca gente sabe exatamente o que diz quando usa essa expressão.

Sabe-se também que dos termos popularizados na política, o fascismo é um dos mais imprecisos. Segundo o Dicionário histórico dos fascismos e do nazismo[i], “não existe nenhuma definição universalmente aceita do fenômeno fascista, nenhum consenso, por menor que seja, quanto à sua abrangência, às suas origens ideológicas ou às modalidades de ação que o caracterizam”. Sendo assim, por que os esquerdistas vociferam “fascistas, fascistas” sem ao menos saber o que significa? A resposta é simples: o termo se presta ao insulto. Na falta de argumento, insulta-se.

Para entendermos o fenômeno fascista, melhor é entendermos o que se opõe ao fascismo. Este é antiliberal, isto é, o liberalismo é seu inimigo mortal. Benito Mussolini[ii] considerava o liberalismo uma espécie de “religião desconhecida”, que ao dominar o século XIX, devia ser superado a fim de dar lugar ao fascismo no século XX. No entender de Mussolini a liberdade individual, econômica, política, religiosa e intelectual em oposição à tutela do Estado, apresentava uma grande ameaça. Não por acaso, seu lema era: “Tudo para o Estado, nada contra o Estado, nada fora do Estado”. Ou seja: o Estado é um deus.

Não é estranho o fato de os defensores do totalitarismo estatal vir a público acusar os adeptos do liberalismo de “fascistas” e “pregadores do ódio”? Não, não há nada de estranho nessa atitude. Uma frase erroneamente atribuída a Winston Churchill, porém correta em sua conclusão, afirma que “os fascistas do futuro chamariam a si mesmos de antifascistas”. Esse futuro chegou. Outros aspectos do fascismo como o populismo e o autoritarismo são temas para outro texto. Por hora, o que devemos compreender é que de tempos em tempos os verdadeiros fascistas surgem e ensinam um novo mantra aos papagaios de plantão: “curupaco, curupaco, fascista, racista, machista!”

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Notas:

[i] Serge BERSTEIN et Pierre MILZA, Dictionnaire historique des fascismes
et du nazisme, Bruxelles, Éditions Complexe, 1992.

[ii] Benito Mussolini (1883-1945) foi um político italiano.  Líder do Partido Fascista, fundado
em 1919, no final da Primeira Guerra Mundial.

sábado, 6 de outubro de 2018

EXPOSIÇÃO EM ATOS DOS APÓSTOLOS 20.13-16



NO DIA DO SENHOR, O EVANGELHO PRECEDE A POLÍTICA

EXPOSIÇÃO EM ATOS DOS APÓSTOLOS
 AMANHÃ - 9 HORAS

ATOS 20.13-16

TEMA: DE TRÔADE A MILETO: A PRUDÊNCIA DE PAULO

O apóstolo tinha uma meta, qual seja, chegar a Roma. Antes, porém, precisava chegar em Jerusalém. Ele sabia dos perigos que lhe cercavam, desde a exposição em um navio até o retorno a uma cidade como Éfeso.
Porque Paulo tinha um alvo, ele também buscava os melhores meios para atingir esse alvo.

Você e sua família são nossos convidados.

Neste domingo, às 9 horas, com o pastor Delmo Fonseca.

COMUNIDADE CRISTÃ GRAÇA E VIDA
Av. Dom Hélder Câmara, 7962 - Piedade – RJ

terça-feira, 2 de outubro de 2018

CONTRA OS ESPÍRITOS DE PORCO




por Delmo Fonseca |
 “A revolução se faz através do homem.
Mas o homem tem que forjar,
 dia a dia, o espírito revolucionário” - Che Guevara

Em meados dos anos 80, a Legião Urbana já preconizava o que viria a ser uma sociedade desnorteada: “Somos os filhos da revolução / Somos burgueses sem religião / Somos o futuro da nação / Geração Coca-Cola” (in Geração Coca-Cola, de Dado Villa-Lobos e Renato Russo). Passados quase 30 anos, nos vemos diante de um assombroso tempo em que a solidez dos conceitos, das instituições e dos valores foi suplantada pela ideia de fluidez. O caráter impermanente, próprio do que é gasoso, a exemplo da Coca-Cola, passou a ser aplicado a quase todas as coisas.

Subjacente a tudo isso, há um “espírito” dito revolucionário, que nas palavras de Condorcet (1743-1794)[i], “é um espírito apto a produzir, a dirigir uma revolução feita em favor da liberdade”. E mais: “um homem revolucionário é aquele que se vincula aos princípios da revolução, que age por ela, que está disposto a se sacrificar para sustentá-la”. Nesse sentido, tudo cabe na lógica revolucionária: o roubo, o engano, a falsidade, o medo, o ódio e a idolatria. Ou seja: tudo pela revolução. Cabe lembrar que essa liberdade advinda da revolução se refere à coletividade e não ao indivíduo. A liberdade e a vontade deste são sacrificadas em prol da liberdade e da vontade do coletivo, o qual pode ser denominado Estado, Pátria Grande etc.

O “espírito” revolucionário é, por natureza, subversivo. Tudo o que remete à tradição deve ser suplantado em nome do “novo”. Mas o que a geração Coca-Cola, outrora autonomeada “futuro da nação”, chama de novo? Vejamos: individualismo, hedonismo, consumismo, narcisismo, niilismo, ausência de valores, dentre outros. Porém sabemos que “nada há de novo debaixo do sol” (Ec 1.9). O “espírito” revolucionário é o mesmo espírito do engano que se manifestou no Éden por meio da serpente (Gn 3.1), em Babel por meio de Ninrode (Gn 10.8), em Judá por meio de Absalão (2Sm 16.20).  Esse é o espírito do mundo, quiçá imundo, “espírito” de porco.

Vale lembrar que “nós, porém, não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito procedente de Deus, para que entendamos as coisas que Deus nos tem dado gratuitamente” (1 Co 2.12). A partir da noção de que vivemos num mundo caído, devemos nos atentar para o fato de que esse mundo possui uma moldura caótica, informe, que a todo instante busca “ser” algo novo e forjado por revoluções. É necessário discernir os espíritos.

Sendo assim, ao contrário do “espirito” de porco, que por meio de revoluções vislumbra o paraíso aqui, aquele que crê no Senhor sabe que o novo se refere à verdade do evangelho, que o leva a viver em novidade de vida, a crer numa vida alhures, para além deste mundo. Sua liberdade se efetiva em Cristo; sua alegria se realiza em Cristo; sua esperança é Cristo. Portanto, “aquele que se une ao Senhor é um só espírito com Ele!” (1Co 6.17).



 Nota

1. Marie Jean Antoine Nicolas de Caritat, marquês de Condorcet; pensador, matemático e revolucionário francês.