terça-feira, 26 de junho de 2018

SEMPRE FOI PELA GRAÇA




A salvação pela graça, por meio do sacrifico de Jesus, nasceu no coração de Deus antes mesmo da fundação do mundo.

quinta-feira, 21 de junho de 2018

A CEIA DO SENHOR, O BANQUETE DA GRAÇA


A CEIA DO SENHOR, O BANQUETE DA GRAÇA


No próximo domingo, com a permissão de Deus, celebraremos mais uma vez a Ceia do Senhor. Este sacramento, que é um meio de graça, é também um banquete da graça. Somos convidados a olharmos para trás (anunciamos a morte do Senhor); a olharmos para frente (até que ele venha); a olharmos para dentro de nós (autoexame).

A fim de participar deste banquete devemos refletir: “Eu conheço o dono da festa, eu estou em condições de participar desta festa?”  A comunhão nos indica que somos um só corpo, um só rebanho, uma só família, uma só igreja. É preciso que todos saibam disso e participem com discernimento.

segunda-feira, 18 de junho de 2018

OU ISTO OU AQUILO




por Delmo Fonseca |

“Ao que muito colheu, não sobrou;
e ao que pouco colheu, não faltou” (2Co 8.15)

As escolhas que fazemos nem sempre são as mais acertadas e a sanidade mental também pode ser medida pela capacidade que uma pessoa tem de suportar as frustrações advindas de um resultado contrário. Muitos são os momentos em que nos deparamos com situações que contrariam nossas expectativas. Em outras palavras, quando o NÃO bate à porta somos convidados a consultar o “medidor de frustração” a fim de sabermos até que ponto conseguiremos sustentar aquilo que se opõe ao nosso desejo.

A Bíblia apresenta vários exemplos de homens e mulheres que, frustrados, agiram de modo insano. A começar por Caim, temos a evidência de que o irmão mais velho de Abel se encheu de ira ao perceber que sua oferta desagradara a Deus. O NÃO do Criador revelou a Caim sua incapacidade de lidar com os dissabores próprios da vida, ou seja, que nem sempre as coisas funcionam como queremos. Ainda assim, Caim fora alertado sobre a necessidade de ser mais forte do que sua frustração: “Então, lhe disse o SENHOR: Por que andas irado, e por que descaiu o teu semblante? Se procederes bem, não é certo que serás aceito? Se, todavia, procederes mal, eis que o pecado jaz à porta; o seu desejo será contra ti, mas a ti cumpre dominá-lo” (Gn 4.6,7).

Em outros termos, pode-se considerar que a capacidade de o ser humano lidar com suas frustrações começa na infância, quando os pais estabelecem que determinadas regras não devem ser quebradas, que há uma linha demarcatória entre o SIM e o NÃO. Assim o primeiro homem foi orientado: “E ordenou o Senhor Deus ao homem, dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás” (Gn 2.16,17).

Quando nos deparamos com os noticiários apontando o crescente número de “cains”, constatamos também que cada vez menos as crianças ouvem NÃO. Em contrapartida aumenta o índice de “pequenos tiranos”, que mobilizam pais e avós para lhes servirem segundo seus desejos egoístas. Estes crescem com uma ideia distorcida de que o mundo existe para seu deleite e que nada pode contrariá-los. Com isso surgem afirmações absurdas proferidas por “profissionais” que defendem o fim do NÃO. Tais “pensadores” sugerem que há uma lógica até no roubo de um telefone celular, por exemplo: o ladrão (sujeito oprimido) recebera um NÃO da sociedade de consumo, tivera seu acesso negado pelo detentor do capital (sujeito opressor) ao objeto de desejo (aparelho celular). A partir dessa premissa justifica-se o roubo, afinal todos têm o “direito” de ter tudo, ainda que à guisa de rebeldia. Não é essa a lógica de Satanás? “Então a serpente disse à mulher: Certamente não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal” (Gn 3.4,5).

A Palavra de Deus nos mostra que não se pode ter tudo nessa vida e por esta razão devemos conhecer nossas limitações e saber dos nossos limites. O evangelho contraria frontalmente certos líderes religiosos que distorcem o sentido da mensagem quando dizem, por exemplo, que o verso “tudo posso naquele que me fortalece” (Fp 4.13) sugere “poder ilimitado”, que o crente pode mover a mão de Deus em seu favor; quando o contexto apresenta um relato da experiência de Paulo a respeito das vicissitudes a que estamos expostos neste mundo. Pregações triunfalistas como esta têm gerado crentes frustrados.

Muitos, por não terem a capacidade de sustentar suas frustrações, seguem confusos quando se deparam com o NÃO de Deus. Estes querem “isto” e “aquilo” o tempo todo, não se preparam para o fato de que na vida ora temos isto, ora temos aquilo.  Que em Cristo Jesus aprendamos a “viver contentes em toda e qualquer situação” (Fp 4.11).

Soli Deo Gloria!

sábado, 16 de junho de 2018

EXPOSIÇÃO EM ATOS: O que há entre nós e o reino de Deus?


Em Atos 14.22 o apóstolo Paulo fortaleceu a alma dos discípulos, exortando-os a permanecer firmes na fé. Ele também mostrou que, por meio de muitas tribulações, importava entrar no reino de Deus. Que tipo de barreira se coloca entre nós e o reino de Deus, de modo que precisamos de muita força para apoderarmo-nos dele?


Você e sua família são nossos convidados.

Comunidade Cristã Graça e Vida
Av. Dom Helder Câmara, 7962 - Piedade/RJ - 9h

WhatsApp (21) 99566-5276 (somente mensagens).

quinta-feira, 14 de junho de 2018

HOMENS DA MAIOR FIRMEZA



 por Delmo Fonseca |

Uzias reinou em Jerusalém durante 52 anos e boa parte de sua vida andou retamente diante do Senhor: "Porque deu-se a buscar a Deus nos dias de Zacarias, entendido nas visões de Deus: e nos dias em que buscou ao Senhor, Deus o fez prosperar" (2Cr 26.5). Mas tempos depois Uzias se envaideceu e entrou no templo para queimar incenso no altar do Senhor, o que não lhe competia fazer. No entanto, o sacerdote Azarias, acompanhado de outros oitenta sacerdotes, “homens da maior firmeza”, entraram após o rei a fim de resistirem a seu intento”: “A ti, Uzias, não compete queimar incenso perante o Senhor, mas aos sacerdotes, filhos de Aarão, que são consagrados para queimar incenso; sai do santuário, porque transgrediste; e não será isto para honra tua da parte do Senhor Deus” (2Cr 26.18). Indignado, Uzias ousou seguir em frente, porém a mão de Deus pesou sobre ele no mesmo instante: “A lepra lhe saiu à testa perante os sacerdotes, na casa do Senhor, junto ao altar do incenso” (2 Cr. 26:19).

Embora o texto nos dê a possibilidade de analisá-lo por diversos prismas, importa-nos refletir sobre a expressão “homens da maior firmeza”. A Bíblia mostra que Azarias e os demais sacerdotes eram homens incomuns, ou seja, eram homens corajosos o suficiente para confrontar a autoridade de um rei que se tornara soberbo. A história também nos mostra que as grandes conquistas foram empreendidas por “homens da maior firmeza”. Os patriarcas, os profetas, os apóstolos, os pais da Igreja e os reformadores foram “homens da maior firmeza”. Com firmeza é possível suportar as provações e tentações, enfrentar as adversidades, sustentar as mais diversas frustrações.

Mas hoje, à luz da “ditadura do politicamente correto”, o que é um “homem da maior firmeza”? É inegável que o homem pós-moderno, forjado pela ideologia de gênero, orgulha-se do fato de ser um indivíduo esvaziado de virilidade, ou seja, um homem não necessariamente macho. A esse fenômeno atribui-se a pecha de “outras” masculinidades. Um exemplo desse “novo” homem foi constatado na Europa tempos atrás, onde se esperava que as mulheres fossem defendidas por seus companheiros da onda de ataques sexuais por parte de imigrantes criminosos; todavia o que se viu foi um contingente de maridos e namorados protestando de saia e exigindo bons modos de indivíduos perversos. Esses homens não andariam um dia na companhia de Josué e Calebe, que eram “homens da maior firmeza”.

Já do ponto de vista espiritual, compreende-se também que um “homem da maior firmeza” é aquele que primeiramente se submete ao senhorio de Cristo (At 8.37), ama sua esposa (Ef 5.25), cria seus filhos na disciplina e instrução do Senhor (Ef 6.4), zela por sua família (Js 24.15), afasta-se do mal e busca a paz (1Pe 3.11).

Ao contrário do rei Uzias, que começou bem a sua carreira e naufragou no final, o “homem da maior firmeza” não busca autossuficiência, antes crê que a graça de Deus lhe basta (2Co 12.9). Por esta razão não confunde masculinidade com rudeza, nem virilidade com agressividade. O “homem da maior firmeza”  busca ser reconhecido como um homem segundo o coração de Deus; firme, inabalável e sempre abundante na obra do Senhor” (1Co 15.58). Que em Cristo Jesus confirmemos sempre estas qualidades.

Soli Deo Gloria!





terça-feira, 5 de junho de 2018

QUANDO O MELHOR É DIZER “NÃO”





por Delmo Fonseca*

Imagine como seria o trânsito das principais metrópoles brasileiras se não houvesse sinalização. Certamente prevaleceria a lei do mais forte. Os automóveis de grande porte colocariam em risco a segurança dos demais... motociclistas, ciclistas e pedestres teriam que contar com a sorte em todo o tempo. Não é isso que acontece no reino animal? A lei da selva é imperativa: os fracos não têm vez.

Voltemos ao exemplo do trânsito: está provado que o caos se instalaria se as ruas não fossem sinalizadas, se não houvessem regras e exigência de disciplina. Ainda assim, constatamos que mesmo havendo leis o índice de acidentes é alarmante. Na base deste fenômeno estão os seguintes fatores: negligência, imprudência e imperícia.

Um motorista negligente não leva a sério a sinalização, pouco observa o que se passa à sua volta. Essa atitude o leva à imprudência, pois lhe dá a sensação de que pode fazer o que quiser, desde o exceder a velocidade permitida a trafegar na contramão. Ou seja, para ele não há interditos, impeditivos legais ou morais. O que se segue é a imperícia, pois a reincidência dos atos anteriores confirma sua inabilidade como condutor. Por fim, o cancelamento de sua habilitação é apenas uma das sanções previstas em lei. A saber, o Brasil é o quinto país do mundo em mortes no trânsito, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde).

Os fatos mostram que uma sociedade que cultiva o desprezo pelas leis acaba por experimentar o recrudescimento da violência, pois cada um, ao se sentir livre para agir como quiser, imporá sua força sobre o outro. A exemplo do que há muito acontece no trânsito, outras áreas do campo social têm sido afetadas pela quebra dos interditos. É o caso de muitas famílias: não há mais sinal vermelho, não há mais PARE. Pais e mães já não conseguem dizer NÃO a seus filhos. Como consequência, percebemos um número crescente de crianças e jovens negligentes, imprudentes e imperitos. Conclusão: quanto menos interditos, mais violência, mais barbárie.

As Escrituras nos mostram que o primeiro homem tornou-se ciente de que seu “direito” de ir e vir, ou seja, seu trânsito livre dependeria da observância de um interdito: “E o SENHOR Deus lhe deu esta ordem: De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás” (Gn 2.16,17). O que sabemos é que Adão descumpriu a ordem de Deus e este ato gerou consequências terríveis para todos os seus descendentes. Dentre as consequências enumeramos a satisfação que o ser humano sente ao quebrar qualquer interdito, qualquer regra proibitiva, o que nos faz lembrar o apelo de Agostinho: “Dá-me castidade e continência, mas não agora”.

O ser humano tornou-se naturalmente refratário a regras, leis e disciplinas. Desde tenra idade seu desejo consiste em viver segundo suas próprias determinações, sem deveres, obrigações e responsabilidades. Mas essa não é a cantilena dos nossos dias, a famigerada lei de Thelema? "Faze o que tu queres há de ser o todo da lei."  Essa aversão aos interditos atinge em cheio até mesmo os chamados “desigrejados”, que aspiram um cristianismo sem regras morais, um evangelho sem disciplina. Estes ignoram que o discipulado cristão consiste em submeter-se à disciplina de Cristo.

Em outras palavras, o mundo caminha por vias mal sinalizadas. Está em marcha um contingente de “vândalos” morais, cujo objetivo é combater qualquer sinal que indique o caminho da vida. Por meio de Cristo compreendemos que uma vida sem interditos conduz ao caos, à morte. Sendo assim, o evangelho nos orienta em cada trecho da estrada, nos sinaliza a parar, a olhar, a seguir. O evangelho nos ensina que Deus ao estabelecer um interdito, ao dizer NÃO, o faz porque assim o amor o exige. “Meu filho, não despreze a disciplina do Senhor nem se magoe com a sua repreensão, pois o Senhor disciplina a quem ama, assim como o pai faz ao filho de quem deseja o bem” (Pv 3.11,12).

Soli Deo Gloria!




segunda-feira, 4 de junho de 2018

PENSE NISSO - BAXTER



"Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente; não atentando nós nas coisas que se veem, mas nas que se não veem; porque as que se veem são temporais, e as que se não veem são eternas" - 2Co 4.16,17.